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Igreja de São Roque

Tecto

O Tecto de São Roque é o único exemplar lisboeta que resta dos grandes tectos pintados do período maneirista. A sua pintura decorreu entre os anos 1588 e 1589 e tudo leva a crer que seja da autoria do pintor régio Francisco Venegas, mestre de origem espanhola que é certamente o nome, entre os grandes pintores do tempo de Filipe II, que mais se adequa ao estilo compositivo do tecto.

Tal como hoje o vemos, o tecto não resulta apenas do seu projecto inicial. Este devia ser de arquitectura em tromp-l'oeil, dominada por três cúpulas sucessivas divididas por largas bandas de grotescos. Porém, logo no início do século XVII, esta versão mais despojada foi recoberta de pinturas aplicadas, como o grande medalhão central do “Triunfo da Santa Cruz”, e os quatro painéis eucarísticos dos topos norte-sul e este-oeste. Muito provavelmente toda esta obra se deveu ao então pintor régio Amaro do Vale. Ainda em meados do século XVII foram realizadas as decorações em grisalha e os painéis que imitam tapeçarias pendentes, alusivos ao Antigo Testamento. Danificado junto à fachada pelo terramoto de 1755, viria a sofrer profundos restauros que lhe deram a feição actual.

Digna de registo foi a última intervenção de restauro, ocorrida entre Janeiro e Junho de 2001, promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e pela então Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.

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